segunda-feira, 29 de setembro de 2014

CORREÇÃO DA ATIVIDADE DA PÁGINA 651

CORREÇÃO DA ATIVIDADE DA PÁGINA 651

1)    Os Atos Institucionais são leis decretadas pelo poder central que não precisam da aprovação de nenhuma outra instância de poder, como o Congresso Nacional.
2)    Durante os anos de governo militar, algumas medidas foram tomadas no âmbito econômico com o intuito de recuperar a economia do país, como políticas anti-inflacionárias, aumento do investimento nos setores produtivos e entrada de capital estrangeiro por meio de empréstimos. O crescimento econômico limitou-se mais às classes médias urbanas das cidades da região Sudeste e aumentou as diferenças regionais que já vinham desde os tempos de JK.
3)    A abertura do regime militar no Brasil se deu de forma “lenta, gradual e progressiva” como queriam os militares. Um das primeiras medidas foi o lançamento do chamado “pacote de abril” que, entre outras medidas, previa eleições para o ano de 1978. No final da gestão de Geisel, o AI 5 foi revogado, e em 1979 foi decretada a Lei de Anistia e o retorno do pluripartidarismo. No entanto, esse processo se deu realmente de forma “lenta, gradual e progressiva”, pois as práticas violentas continuaram, tendo em vista que a repressão, tortura e etc. ainda aconteciam durante esse período de distensão do Regime Militar.

4)    Até a década de 1970, o Chile havia conseguido manter suas instituições democráticas e um equilíbrio estável entre os diversos grupos que participavam da vida política do país. Mas, em virtude do crescimento dos movimentos de esquerda e da ampliação da participação popular em atividades políticas, em especial a partir de 1964, os setores médios e conservadores começaram a temer uma guinada rumo ao socialismo. Esse temor intensificou-se com a eleição de em 1970 do candidato a presidência da república Salvador Allende. Na Argentina, em 1974, a ex primeira Dama de Peron, Isabelita Peron, assumiu a presidência, e foi acusada pelos militares de não ter um projeto político e sofrer influências “negativas” de certos grupos. Além disso, os militares viam riscos de ideias comunistas serem colocadas em práticas no país. Essa situação, somada as disputas internas do partido de Isabelita e a uma grande crise econômica, resultou no golpe de Estado perpetrado por militares argentinos.

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